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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

A volta do Malandro

 Rio de  Janeiro Lapa pós Segunda Guerra, novos tempos. Madame Satã, força épica  e macunaímica do brasileiro. Negro,  pobre, marginal,  não-hetero,  navalheiro, drag queen  e cabaret performer. 
Sem medo de opressões, da polícia, de outros malandros, conquistou seu lugar de herói marginal brasuqueiro.
Meu registro visual. Sempre Madame Satã.

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