A volta do Malandro
Rio de Janeiro Lapa pós Segunda Guerra, novos tempos. Madame Satã, força épica e macunaímica do brasileiro. Negro, pobre, marginal, não-hetero, navalheiro, drag queen e cabaret performer.
Sem medo de opressões, da polícia, de outros malandros, conquistou seu lugar de herói marginal brasuqueiro.
Meu registro visual. Sempre Madame Satã.



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